4.28.2010

Revendo Filmes e Quadrinhos ou Pegar o Atalho Errado Parte II

Depois de alguns acertos com os 2 primeiros filmes dos X-men e do Aranha, a Marvel se sentiu segura para levar outros personagens à tela grande, mas quem com muita sede vai ao pote...

Hulk (2003, Ang Lee)

Sou meio suspeito para falar, pois realmente gosto desse filme. Ang Lee, diretor mais conhecido por suas versões dos clássicos de Jane Austen, tentou fazer um Hulk cheio de dilemas paternos ao mesmo tempo que fazia um filme de ação que era inspirado em uma obra de quadrinhos mundialmente conhecida e admirada. No final das contas temos um elenco que tenta ser bom, mas parece meio perdido (só Sam Elliott realmente convence) e um monstro verde que muitos acharam uma massinha cheia de ar. O filme, porém, acerta pela ousadia de suas cenas de ação: Hulk é mostrado algumas vezes no escuro, técnica utilizada para mascarar efeitos, mas o "bonequinho" também pula, bate e voa em cenas abertas e claras, interagindo maravilhosamente com objetos e pessoas, pena que o CG é tão "limpo" que a impressão de ilusão é patente. Decupar a tela em quadros que lembram a narrativa da HQ é outra tirada genial e que deveria ser usada pelo cinema de ação mais vezes, ampliando as possibilidades visuais que a arte permite, não só pelos filmes-spandex.

Infelizmente a impressão que temos é que o diretor teve acesso às HQs do Gigante Verde, mas somente as usou como material de referência visual. A escolha de David Banner, o pai de Bruce, como um cientista militar que ficou maluco começa bem, assim como os relacionamentos dos personagens, mas se perdem do meio para o fim e o clímax do filme parece pretensioso demais, dando a impressão que alguém forçou aquela batalha só pra acabar a história sem nenhuma conclusão de todos os dilemas mostrados no começo.

O diretor oriental não merece só patadas, no entanto. Seu Hulk é selvagem, furioso e agressivo. As ideias científicas de perder líquidos e ficar vorazmente com fome quando sai da forma de monstro são detalhes que dão consistência a todo o resto e fazer o monstro em CG com a cara de Eric Bana foi uma outra tirada de mestre. Fora que todo o ambiente e fotografia do filme remetem às histórias clássicas e alguns takes parecem copiados de desenhos de Jack Kirby. Mas o filme não teve o resultado esperado de público e crítica e o Golias Verde foi deixado de lado. Curiosidade: o próprio Ang Lee vestiu o motion capture, a roupa que capta movimentos para montar o verdão em CG.

Demolidor, o Homem sem Medo (2003, Mark Steven Johnson)

Demolidor é um dos personagens mais consistentes e interessantes da Marvel. A maior parte disso por conta de Frank Miller, devo dizer. Sua cruzada contra a Máfia, o fato de ser um advogado cego, de morar na Cozinha do Inferno e ter um pai que era boxeador já serviam de base para um enredo magnífico sobre o vigilante. Talvez se o filme tivesse sido dirigido por Chris Nolan, o demônio vermelho fosse tão popular quanto Homem de Ferro ou Hellboy hoje, mas não foi isso que aconteceu.

Com uma direção despreparada, doida para fazer um filme para adultos mas com classificação etária juvenil, uma edição feita no paint brush e atores mal escolhidos, Demolidor - o Homem sem Medo mal é uma sombra do que realmente poderia ser. Prova de que a pressa é realmente a inimiga da perfeição.

Uma pena. Algumas coisas no filme realmente pareciam interessantes: os efeitos da cegueira são uma boa ideia, o conjunto de referências a quadrinistas que trabalharam com o personagem é uma diversão de easter eggs, a roupa e armas pareciam bem colocadas na tela grande, Ben Urich foi uma escolha perfeita, Collin Farell faz um Mercenário até bacana e Rei do Crime negro foi outra sacada óbvia, mas legal. No entanto, para por aí. O dilema de Matt é pouco e pobremente explorado, a Cozinha do Inferno não causa todo o impacto que deveria, Jennifer Garner (por mais lógico que fosse tê-la no papel depois de seu trabalho em Alias) parece mais uma dançarina de boate e um fetiche masculino que a ninja fode c* da Marvel, Michael Clarke Duncan ri tanto que você esquece que ele é um rasga-supers-e-traficante-foda e Ben Affleck... bem, é o Ben Affleck. Resultado: um filme sessão da tarde que não valia o ingresso, mas divertia se você nem soubesse quem era Matt Murdock/Demolidor, e se você leu o cara na época de Miller ou de Bendis e Maleev, deve ter tido convulsões. Curiosidade aos desatentos: o parceiro/amigo/sócio/chapa de Murdock, Foggy Nelson, é interpretado por Jon Favreau que mais tarde seria responsável por colocar a Marvel em seu próprio lugar nos cinemas dirigindo o Homem de Ferro.

Justiceiro (2004, Jonathan Hensleigh)

Não sei que tipo de problema o Justiceiro sofre que nenhum de seus filmes realmente emplacam nos cinemas. Gosto do filme com o Dolph Lundgren, principalmente do final. Um bom filme policial que se adequava bem à sua época. O 2º reboot em tela grande do personagem não faz lá muito feio. Seu ator é carismático (talvez tenha sido esse o problema) e visualmente parecido com Castle, o roteiro é organizado e tem uma trama bem amarrada (a ideia de "punir", já que o nome original do personagem é "punisher", aquele que pune, fica encaixada perfeitamente), as atuações são boas (ok, talvez nem tanto John Travolta, mas pelo menos ele não quis fazer um novo Coringa), há referências aos quadrinhos, é PG-13 (classificação americana que permite garotos de até 13 anos ir acompanhados dos pais). Enfim, com tantas qualidades, por que deu errado?

Fãs sentiram falta de um Frank mais sério e bruto, de mais sanguinolência, de metralhadoras e bazucas e facões, de mais personagens categóricos, de mais... comics. Infelizmente, acredito que Castle só funcione do jeito que é na mídia impressa, para filmes ele tem de ser "amaciado", coisa que Hensleigh fez bem, mas acabou desagradando fãs com isso. Considerar Castle como personagem de HQ não funciona para o cinema. Se ele tivesse saído direto em DVD talvez tivesse tido uma repercussão melhor.

Elektra (2005, Rob Bowman)

Todo treinamento e dedicação de Jennifer Garner não salvaram o tom fetichista das roupas e sua reprise da personagem criada por Frank Miller em um filme solo nada mais é que uma fita de kung fu com efeitos legais e enredo bobo. Em nada a personagem do filme lembra a ninja do Tentáculo, organização criminosa que deixa muito a desejar apesar de seus curiosos assassinos de beijinhos venenosos.

O interessante de Elektra é a tentativa (pobre, diga-se de passagem) de criar uma ligação com o filme do Demolidor, mas mesmo nisso a fita falha e a possível cronologia acaba não fazendo lá muito sentido.

Não só de pão amassado pelo diabo vive uma adaptação e o filme diverte como uma aventura/ação despretensiosa e poderia ter tido um resultado melhor se tivesse saído direto em DVD, de resto, nem mesmo a curiosa família MILLER ajudada pela assassina serve de easter egg. No entanto, anotem uma coisa: o roteiro deste teve a mão de Mark Steven Johnson, que trabalhou com Demolidor.

Quarteto Fantástico (2005, Tim Story) e Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado (2007, Tim Story)

Tem coisas que não entendo. Uma delas é o sucesso tímido de Quarteto Fantástico. O filme é quase a cópia, xerox digital, scan com efeitos dos primeiros quadrinhos do grupo. Até mesmo a cena da transformação dos 4 é exatamente a mesma. O começo do filme é Quarteto original deslavado! As discussões do grupo, implicância de Johnny com Ben e vice-versa, fanatismo científico de Richards, tudo está lá. Acho que o diretor foi genial em fazer do grupo aquilo que ele é em sua integridade mais básica e profunda: uma família. Fugir dessa premissa é fazer um filme que não seria do Quarteto Fantástico. E os atores? Chris Evans é o Tocha do começo ao fim, Michael Chiklins pode não ser um Coisa de 2 metros de altura, mas ele é tão Ben Grimm quanto Hugh Jackman é Wolverine tendo bem mais que 1,50m, Ioan Gruffud pode não ser o sério e às vezes frio Sr. Fantástico, mas seu atrapalhado e empolgado Reed funciona perfeitamente para uma mídia de cinema, e a ex-negra-enlourada Jessica Alba faz uma Susan Storm na medida, sem ser apelativa a não ser pra chamar a atenção do cientista-futuro-marido em uma única e rápida cena "decotada" do filme. Cara, eles são o Quarteto Fantástico!

Minha única crítica seria ao Victor Von Doom de Julian McMahon, mas, verdade seja feita, Destino é o maior vilão Marvel, tão letal, profundo e genial quanto um Magneto e muito melhor que um Norman Osborn, sendo que os dois últimos foram interpretados, respectivamente, por Sir Ian McKellen e Willem Dafoe, dois atores de primeira linha, assim esperava-se o mesmo com Doom. Não menosprezando os talentos de Julian, mas só um ator do grande escalão conseguiria fazer esse personagem da forma certa. No entanto, o ator faz um vilão que casa com o tom do filme, um ricaço soberbo e megalomaníaco, sem ser bobão. Ou seja, um filme todo na medida e com o apadrinhamento emocionado de Stan Lee.

Apesar da bilheteria não ter sido um X-2 ou Homem-Aranha, foi boa o bastante para garantir um segundo filme, mas nem tudo eram flores no reino em tela grande da Marvel...

Há certos problemas em transpor clássicos para mídias diferentes da sua. O primeiro é todo apego que os fãs têm à obra original, não importa o quão tosca ela possa parecer anos depois (o que não é o caso). Em Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado, Tim Story, obviamente, procurou abordar a a mais memorável história da família de aventureiros, quiçá de toda a Marvel: a Trilogia Galactus. Story é um diretor pé no chão. Ele manteve o tom do primeiro filme aprofundando o relacionamento do grupo com o casamento de Reed e Sue, assim todos estão do mesmo jeito, os atores mais preparados do que nunca para revivê-los e o roteiro ajudou consideravelmente essa interação entre eles. No entanto, os personagens principais dessa história são Galactus e o Surfista Prateado. Assim, como bom diretor, mas não tão bom leitor de quadrinhos, Tim diminuiu a importância e psicologia deles a fim de de fazer um novo filme dos 4 bem limpinho, com aquele tom de "pode ser o último ou mais um capítulo de algo maior" e, infelizmente, não agradou.

Seu filme é bom. Os efeitos estão legais, o roteiro é enxuto e preciso, as atuações estão na medida, a aventura/ação empolga e seu clímax é bem feito. Mas o Surfista não é o pensante personagem preferido de Stan Lee, Galactus não é o gigante poderosamente tecnológico, mas uma iminente e apoteótica "fumaça". O diretor teve suas razões, preferiu construir algo que pudesse ser melhor recebido pelo público não leitor de quadrinhos que já havia se apaixonado pelo primeiro filme, aparentemente uma decisão mais segura, mas neste caso ousadia era uma saída melhor e como ela não foi escolhida, os Fantásticos terminaram suas aventuras cinematográficas sem promessas de retorno a curto prazo e em dois filmes que faziam jus a seus personagens, mas não a suas histórias. Curiosidade: há um especial no DVD do primeiro filme que Reed pergunta se Sue não queria que ele fosse mais "ousado" então se estica a ponto de parecer com Wolverine. Hiláriamente tosco.

Motoqueiro Fantasma (2007, Mark Steven Johnson)

Nem a empolgação de Nicholas Cage (fã patente e colecionador doente de comics), nem os decotes de Eva Mendes, nem a participação do altamente requisitado e talentoso Wes Bentley fizeram do filme do Motoqueiro um filme melhor. Apesar dos efeitos especiais de primeira, tanto da caveira flamejante quanto das cenas de luta e transformação, o filme do Espírito da Vingança é uma aventura mediana recheada com caras e bocas de Cage, muitas vezes lembrando Jim Carrey, um romance meia boca com uma voluptuosa Eva Mendes (que não possui função alguma pra narrativa, além de ser praticamente a única mulher/apelo sexual do filme), frases batidas e ridículas e uma trilha sonora que em nada combina com o personagem (Carpenters? Qualé? E cadê AC/DC, Iron Maiden, Metalica? Onde esses caras liam os quadrinhos do motoqueiro, num salão de beleza?). A única tentativa boa do filme foi tentar criar uma mitologia para o personagem e novamente Sam Elliott é o único a se destacar na fita fazendo aquilo que ele é: um cowboy.

Depois de tudo isso, os produtores entenderam que envolver Mark Steven Johnson em um filme Marvel é um erro enorme. E parece que a lição foi aprendida já que foi anunciado que ele estava de fora do reboot do Caveira Flamejante (engraçado é que o cara disse várias vezes no DVD especial que ele tinha uma ideia de roteiro que tratava o caveiroso como um caçador de recompensas dos Quintos e até achei a ideia curiosa). Já Nicolas Cage ainda tenta conseguir sua redenção. Talvez se ele falar com Mefisto...

Sexta-feira nossa saga chega ao fim com o começo da Marvel Studios e, logo que eu assista HF2, publicarei a resenha aqui. Não percam, comentem e visitem o flickr para acompanhar a produção de nossas telas colocadas. Até lá!

FILMES-SPANDEX PARA TODOS!

6 comentários:

  1. o único dessa leva de filmes de heróis nos 2 posts que gostei foi o Homem-Aranha 1, o resto fico cansativo, X-Men toda a trilogia foi chata, nunca gostei de Hulk, Justiceiro, Demolidor ou Thor então não espero muito desses personagens.
    Quarteto tinha sido até razoável (Incríves foi melhor), lançaram uma série animada legal, o 2 transformou um personagem complexo como o Surfista num mero figurante.
    Superman Returns nem se fala, o cara ficou emulando o Donner com um elenco apático e roteiro pífio.
    Batman Begins foi bom, só achei transformar Ducard em Ras Al Ghul meio estranho.
    acho que super-heróis assim como mangás só funcionam mesmo em animação.

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  2. Bem, por outro lado, há que se considerar o impacto que os filmes do SUPERMAN do Richard Donner causaram em seu tempo... uma pena a fórmula ter degringolado (SuperGirl e o 4º filme afundaram de vez as possibilidades) e os Batman do Tim Burton também!

    E o fundamental é que, ao menos, na aparência e nos dias atuais, os donos do grande patrimônio que são os personagens estarem mais sendo melhor cuidados na transformação em outras mídias.

    Ouvi rumores que Kenneth Brannagh iria dirigir o Thor. Me parece um bom nome para um projeto que com certeza iria envolver mitologia nórdica (o Henrique V e o Frankenstein dele sempre me vêm à memória quando o visualizo dirigindo o Thor, embora haja grande possibilidade de acabar saindo um Voltar a Morrer ou um Para o Resto de Nossas Vidas -comédia que adoro, engraçado recordar do Hugh Laurie mil anos antes de House e do Stephen Fry originando o tipo de personagem do gay simpático do qual nunca mais se livrou, V de Vingança que o diga- o que também NÃO SERIA nenhum prejú, ainda que fritasse o filme e o deus do trovão)

    Engraçado, sobre o filme do Thor, me vem direto à mente o maldito filme do filho do Máscara e do Bob Hoskins caracterizado como Odin e do Alan Cumming bancando o Loki... o pior é que tenho a impressão que não me sentiria mal se os personagens fossem caracterizados daquele jeito no filme OFICIAL do trovejante.

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  3. Aoki! Quiof! que bom vê-los aqui! Poxa, sejam muito bem-vindos (de novo)! Rapaz, Quiof, eu meio que quase concordo com vc, já que acredito que a mídia televisiva possibilita maior chances de explorar os personagens de quadrinhos, mas, fora os desenhos DC (conto desde Batman - The Animated Series, passando por Superman e Justice League, o JL Unlimited não foi tão bom, pelo menos não a 1ª temporada), acho que a Marvel não teve lá muitos acertos. O celebrado desenho dos X-men lá dos 1990 ao meu ver foram esticadamente desncessários bem como o do Aranha. Atualmente as duas únicas coisas em desenho da Marvel que eu assisti e adorei foram as séries X-men Revolution e The Spectacular Spider-man. Esse desenho do 4 que vc fala eu achei bem regular, mas adorei o fato de colocarem outros heróis Marvel nele e os desenhos dos Supremos não são nem 1/3 melhores que a revista. Acho que o pessoal poderia caprichar mais com as animações. Quem sabe com a Disney no comando a coisa vai (ou não)...

    Aoki, sobre Thor estou bem esperançoso. Sou fã de filmes-spandex, fã mesmo. Principalmente quando eles tentam se recriar mantendo somente a estrutura básica da obra, alterando-a para o mundo moderno. Concordo, de novo, com Quiof, HA1 é o melhor exemplo de como mater essa estrutura. Homem de Ferro também. Brannagh dirigindo Thor parece uma boa ideia, o cara é shakespeariano, fez um trabalho de ação legal em O Lobisomem e está bem empolgado. Gostei da nova (e única) imagem divulgada. Ficou bem comics e agressivo o Destruidor. Agora é esperar pra ver.

    Obrigado pelos comentários e voltem sempre.

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  4. ainda não vi o Homem de Ferro, concordo com você as séries do X-Men e do Aranha foram deveras esticadas, o filme do Donner assim como o Batman Burton mostraram como se podia fazer filmes de super-herói, hoje é claro que notamos vários erros, o Batman só conseguiu voltar a ter qualidade em Begins. gostei de JLU, a última temporada que ficou meio confusa, ora séria, ora humorística, o final foi bom (várias referências).
    Wolverine e os X-Men foi legal por ter juntado as várias histórias futuristícas derivadas de "Dias de Um Futuro Presente", que nos quadrinhos ficaram repetitivas, corre boatos que foi cancelada, a segunda temporada era sobre a Era do Apocalipse, o Spetacular pra mim fo a melhor série do Aranha, juntou personagens antigos e novos, agora a Disney cancelou pra fazer uma na linha Team-Up, com título de Ultimate Spiderman, os "OVAS" dos Supremos são bem fraquinhos, o primeiro é melhor que o segundo, eu curti Batman Brave & Bold, ao contrário que se possa pensar não é inspirada no Adam West e sim no Batman dos anos 40 desenhado por Dick Sprang e as revista The Brave & Bold, só que não é Golden Age o tempo todo e tem várias referências outras fases de quadrinhos da DC, vou assistir Liga da Jusiça: Crise das 2 Terras, parece ser bom, a Morte do Superman foi fraco, tinha mais porra que trama em si, Superman/Batman é redundante, baseado numa série escrita pelo Jeph Loeb (que só se dá bem em Graphic Novels) não mostra nada que Liga Sem Limies não havia abordado.
    Lanterna Verde Primeiro Voo foi bem feito, abordagem bem moderna (segundo os produtores na linha do filme Dia de Treinamento).
    acho que o Lanterna vai ficar estranho em filme ou vai ser comparado ao Homem de Ferro.
    Texto sobre as revistas Team-Up.
    http://gibicomics.blogspot.com/2009/08/retrospectiva-006-revistas-team-up.html

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  5. a DC manda melhor que a Marvel em animações, é mais coesa, ano que vêm sai a animação dos Vingadores, o trailer parece ser bem melhor aquela dos anos 90 que passou na Globo.
    os longas da DC já são chamados de "DC Universe Animated Original Movie".
    http://en.wikipedia.org/wiki/DC_Universe_Original_Animated_Movies

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  6. Cara, acredita que ainda não assisti Wolverine e os X-men ou Batman: Brave and Bold. Não por falta de interesse, Kaléo costuma dizer que Wolvie e os X é uma das melhores séries dos mutantes. Quanto ao Batman BB, não vou negar que me pareceu tão nostálgico que soou pouco interessante. Admiro as homenagens aos clássicos, mas as releituras me chamam mais atenção. Ao seu devido tempo vou vê-la. Green Lantern: First Flight foi uma animação bem acabada, mas preferi a Mulher Maravilha, e a Morte do Cuecão foi legal só até o meio, o resto da animação pareceu consativo. Crise e Bat x Super ainda não vi, mas sei que com certeza, todas essas animações estão melhores que as da Marvel, cujo desenho que mais me agradou nos últimos anos foi "Avengers: Heroes of Tomorrow". Espero algo melhor em "Planet Hulk".

    Novamente, Quiof, valeu pelos comentários, dicas e referências. Sem você esse seria só mais um blog. Abraço e curta mais do blog. :)

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